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Servidores Públicos são o Alvo da Reforma da Previdência

De acordo com os últimos acontecimentos e com as notícias publicadas nos últimos dias, não é difícil percebermos que os servidores públicos serão os mais prejudicados com a reforma da previdência.
Algumas medidas já foram aprovadas nos últimos anos. Como exemplo, basta citarmos que já não existe mais o instituto da aposentadoria integral, que ficou limitada ao teto dos empregados de empresas privadas, cujo valor atual é de R$ 5,8 mil.

Aumento de alíquotas

As alíquotas previdenciárias atualmente cobradas dos servidores públicos federais correspondem a 11%. 
No entanto, cogita-se que, com a reforma da previdência proposta por Paulo Guedes, com aval do Presidente Bolsonaro, a alíquota cobrada dos servidores será de 14%.

Idade Mínima

Outro fator importante é que as novas idades mínimas de aposentadoria também serão impostas aos servidores públicos.
Assim, servidores homens somente se aposentarão após os 65 anos de idade e as servidoras somente poderão se aposentar após os 62 anos.
Mas ainda não foi divulgado se alguns agentes públicos com aposentadoria especial, como militares e professores, terão limite mínimo de idade para se aposentarem.
Servidores Públicos são o Alvo da Reforma da Previdência

Contribuição Extraordinária

Uma das maiores novidades propostas pela reforma da previdência é a possibilidade de os Estados cobrarem uma contribuição extraordinária dos seus servidores. 
Ou seja, além dos 14% mensais que já são pagos, os servidores públicos poderão arcar com uma contribuição à parte.
A justificativa para a cobrança seria o re-equilíbrio das contras do governo.
Após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), disse que a reforma da Previdência vai estabelecer uma alíquota extra para servidores estaduais. Segundo ele, a taxa pode variar até oito pontos percentuais. As declarações foram dadas na noite desta segunda-feira (18/2) na sede da pasta, em Brasília. Goiás é um dos estados que já cobram mais de 11% de seus servidores. Lá os servidores já pagam 14,25%.
Vamos esperar o texto a ser apresentado ao Congresso Nacional, bem como os debates entre os deputados e senadores para sabermos quais mudanças de fato ocorrerão.

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